Essa economia de 30% nos trouxe conforto, caixa e capacidade de investir em novas tecnologias.
- 13 de fev.
- 3 min de leitura
Quando falamos em cartão postal de Balneário Camboriú, é impossível não pensar na Roda FG. Com 82 metros de altura, 36 cabines e uma média de 1.500 visitantes por dia, a roda gigante se tornou símbolo da cidade, especialmente na Barra Norte. No Réveillon, ela é protagonista. Durante o ano inteiro, movimenta turismo, gera empregos e fortalece a economia local.
Mas por trás da vista panorâmica e da experiência encantadora, existe uma operação altamente dependente de energia elétrica. São oito motores de tração movimentando o equipamento, além de todo o parque climatizado, sistemas de iluminação, tecnologia embarcada e estrutura de atendimento. É uma operação intensa, contínua e estratégica.
“Esse equipamento é todo movido por energia. O parque é todo climatizado. O impacto de energia aqui é bem forte”, explica Jeison Martins, gerente de manutenção da Roda FG, que lidera uma equipe de 16 profissionais dedicados à manutenção da estrutura. No total, o empreendimento conta com cerca de 60 colaboradores diretos, além dos indiretos.
Foi nesse cenário que a gestão energética passou a ser uma decisão estratégica. A migração para o mercado livre de energia, com a assessoria da Spirit Energia, trouxe uma economia de aproximadamente 30%. Essa redução não representa apenas números em planilha. Representa caixa, investimento e competitividade.
“Essa economia de 30% que a gente tem dentro da Roda FG traz para nós conforto, aumento de caixa e até a possibilidade de investir em novas tecnologias e novas atrações”, afirma Jeison.
No mercado livre de energia, empresas como a Roda FG deixam de ser consumidoras passivas e passam a negociar seus contratos de energia de forma estratégica. O mercado livre de energia permite previsibilidade, liberdade de escolha de fornecedor e redução de custos. Para operações com consumo elevado e contínuo, como a da Roda FG, o mercado livre de energia se torna uma ferramenta de gestão essencial.
O processo de transição para o mercado livre de energia foi conduzido com agilidade e clareza. “No processo de transição para o mercado livre de energia foi tudo muito claro e nos ajudou muito. Conseguimos fazer todo o protocolo e todos os procedimentos com muita agilidade”, destaca Jeison.
A Spirit Energia atuou desde o diagnóstico do perfil de consumo até a estruturação contratual e acompanhamento técnico, garantindo segurança jurídica e operacional. No mercado livre de energia, é fundamental contar com uma gestora experiente, pois o ambiente envolve regras específicas, contratos personalizados e monitoramento constante.
Para Jeison, a palavra que define a Spirit é justa. “Hoje a Spirit representa para mim a palavra justo. Quando uma empresa é justa, você ganha confiabilidade e credibilidade com teu fornecedor e com teu cliente. É isso que a Spirit passa para nós.”
A economia gerada pelo mercado livre de energia fortaleceu não apenas o caixa da Roda FG, mas também sua capacidade de inovação. Um equipamento turístico que já é símbolo da cidade agora opera com mais eficiência, previsibilidade e sustentabilidade financeira.
O case da Roda FG mostra que o mercado livre de energia não é apenas para indústrias. Atrativos turísticos, parques temáticos, hotéis e grandes estruturas de lazer podem se beneficiar do mercado livre de energia quando contam com uma gestão especializada.
“Se vier algum parque ou atrativo turístico perguntar, a gente vai indicar com certeza. Até pela agilidade de atendimento que a Spirit tem”, finaliza Jeison.
A história da Roda FG reforça que energia bem gerida é parte da estratégia de crescimento. O mercado livre de energia deixou de ser tendência e passou a ser decisão competitiva.
Fale conosco e descubra como sua empresa também pode reduzir custos e operar com mais previsibilidade no mercado livre de energia.




Comentários